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Tópicos - Homem do Protocolo

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Fórum de Bolsa / Leitura de uma Nota de Research
« em: Agosto 04, 2009, 01:03 »
A leitura de um relatório típico de avaliação (Nota de Research), elaborado pelas casas de investimento, suportado em análise fundamental (análise financeira), requer conhecimentos sobre a técnica de avaliação de activos. Não raras vezes, o leitor (investidor) tende a focar-se no chamado price target, em português preço-alvo/objectivo, relegando para segundo lugar o método de avaliação utilizado e as hipóteses empregues. Este tipo de actuação é imprudente, numa área onde a sensatez é determinante. Julgámos, portanto, ser útil salientar alguns aspectos críticos na leitura de um relatório, mesmo que se não domine as técnicas de avaliação.

Em termos gerais os métodos de avaliação empregues são dois, avaliação relativa e avaliação absoluta.

No caso da avaliação relativa, trata-se essencialmente de comparar a avaliação da empresa A, com o seu histórico, com a empresa B ou com a média de um grupo de empresas. Nesta situação, o indicador mais utilizado é o denominado PER estimado (preço a dividir pelos resultados por acção estimados; quanto mais baixo o rácio menos avaliado está o activo) ou EV/EBITDA (somatório das responsabilidades da empresa mais a capitalização bolsista a dividir pelos resultados operacionais estimados antes de depreciações; quanto mais baixo o rácio, menos avaliado o activo). A comparação histórica, ou seja o valor actual face ao seu valor médio histórico (últimos 3, 5 ou 10 anos), é um indicador interessante. No entanto, falha por não enquadrar a empresa na fase do ciclo económico, porque a actividade da empresa, potencialmente, se modificou e porque exige uma base de dados histórica muito completa, nomeadamente, terá que utilizar dados estimados em cada momento. Mais comum é, sem dúvida, a sua comparação, hoje, com a empresa B ou com o denominado peer group (grupo comparável). Neste caso, interessa que a empresa ou grupo sejam comparáveis e homogéneos, caso contrário a análise não é relevante. Este tipo de análise, sendo sedutor porque é relativamente fácil de empregar, é perigoso, no sentido que induz à escolha das empresas mais "baratas" (transaccionam a múltiplos reduzidos vs. o peer group) exactamente aquelas onde as dúvidas sobre o desempenho dos seus activos é, não raras vezes, maior. Em suma, a análise relativa é válida, mas essencialmente como enquadramento.

No caso da avaliação absoluta, o analista é "obrigado a especular" sobre a evolução futura da empresa, nomeadamente os seus cash flows ou meios libertos. Quanto maior forem esses valores, maior será a avaliação. As variáveis cruciais na determinação dos meios libertos são, a nível de numerador, a evolução das vendas, margens operacionais, variação de fundo de maneio e investimento recorrente que suporta os activos. Ao nível do denominador, basicamente, prende-se com as taxas de retorno a que descontamos os meio libertos futuros. Estas taxas de retorno deverão estar hierarquicamente bem classificadas, ou seja deverá haver prémios de risco bem claros entre os diversos activos (por exemplo, enquanto um titulo do Tesouro português a 10 anos, por definição um activo "sem risco", neste momento, proporciona um retorno de 4.25%/ano, o prémio (adicional) que geralmente se utiliza para investir em acções oscila entre os 4% e os 6%). Dentro dos activos de risco estes deverão ser ponderados por um múltiplo do prémio de risco (usualmente denominado de Beta), que serve uma vez mais para os diferenciar. Sem dúvida que a parte mais interessante deste método, é a necessidade de o analista se tornar muito sensível à evolução futura das variáveis criticas (evolução de vendas, margens operacionais, variação de fundo de maneio e investimento); criando-se estimativas futuras com facilidade se consegue monitorar a evolução e introduzir correcções.

Dito isto, é fácil perceber porque é que uma excessiva atenção no price target é incorrecto. Salientamos, portanto, de seguida, os aspectos mais importantes a ter em conta na leitura de um relatório e na tomada de decisão sobre um investimento:

   1. É fundamental perceber bem a estratégia da empresa. Obriga, de uma forma geral, a ler mais que um relatório e de preferência os relatórios mais extensos, isto porque este tema não é comentado em todos os relatórios. Se necessário, ler relatórios de mais de um analista e entender as dinâmicas no sector onde a empresa está a operar (ritmos de crescimento, níveis de concorrência e consolidação potencial). Os aspectos relacionadas com a estratégia são os mais importantes, no entanto e infelizmente, são também os mais difíceis de traduzir em estimativas. Tal como foi dito atrás, as empresas que transaccionam a múltiplos mais baixos deve-se, em boa parte das vezes, ao facto de existirem dúvidas sobre os objectivos da empresa, geralmente associados a uma má execução. No entanto, os retornos mais interessantes obtêm-se quando se percebe, antes do mercado, que determinada empresa está a tomar as decisões correctas (de uma forma geral os sinais são dados por pequenas decisões, ao longo de um período de tempo);

   2. Quando analisamos as estimativas, devemos concentrar-nos nas hipóteses, concretamente crescimento de vendas, geralmente, para os próximos 10 anos. "Cagr's" (taxa anual de crescimento composta) muito acima de PIB's nominais, em negócios tradicionais, fazem pouco sentido ou terão que ser devidamente explicadas. Uma boa referência se o negócio se mantiver, será comparar as taxas de crescimento com os valores dos últimos 3 a 5 anos. Segmentos de negócios novos poderão registar taxas de crescimento muito elevadas que deverão ter alguma tendência a estabilizar depois de um período de crescimento. Outra variável determinante é a margem operacional, dificilmente esta se altera significativamente, ao longo do tempo, no mesmo negócio, podendo sofrer alguma evolução quando se adicionam novos negócios. Ou seja, também a margem operacional estimada deverá ser comparada com os valores históricos. A variação de fundo de maneio requer uma leitura mais atenta porque se trata de uma variável de balanço e que obriga a trabalhar com dois períodos diferentes, o seu cálculo não é linear e, nos relatórios de análise, é menos visível que as duas variáveis anteriores. Uma forma de contornar os obstáculos é dividir fundo de maneio por volume de vendas, verificar os valores passados e manter essas referências para o futuro (admitindo que os negócios se mantêm). Portanto, a métrica a observar é fundo de maneio em percentagem das vendas estimadas face aos valores passados, sendo que variações positivas retiram valor aos activos e vice-versa. A última variável a observar é o "capex" ("capital expenditures" ou investimento em português), este deverá ser adequado ao plano de expansão da empresa, é habitual esta rubrica acelerar, em períodos de crescimento forte da actividade económica. Uma vez mais, a comparação com valores históricos em termos de rácio sobre vendas, talvez seja a métrica mais correcta. De notar que alterações no negócio ou crescimento em novos negócios poderão alterar este rácio, sendo que, maior investimento estrutural em percentagem de vendas, deverá estar ligado à expansão em negócios com margem operacionais mais interessantes.

António Seladas, CFA
Millennium investment banking

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Fórum de Bolsa / Dividendos 2009
« em: Abril 01, 2009, 06:28 »

Ultimos dados sobre os dividendos deste ano. Vou tentar actualizar dentro do possivel.

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Fórum de Bolsa / MELA - A Speculative Opportunity
« em: Junho 09, 2008, 13:53 »
Uma acção que acompanho há algum tempo e mencionada em alguns serviços de stock picking recentemente.

Artigo publicado hoje num serviço reservado a membros:

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Electro-Optical Sciences, Inc. (MELA)

The Plan
Over the weekend we gave you an early insight into a great speculative opportunity. Well here are the details.

Profile:
Electro-Optical Sciences, Inc., a medical device company, engages in the design and development of a non invasive, hand-held imaging, and point-of-care instrument to assist in the early detection of melanoma in the United States and internationally. The company's principal product, MelaFind, features a hand-held imaging device that emits light of multiple wavelengths to capture images of suspicious pigmented skin lesions and extract data. The data is then analyzed through its proprietary database of melanomas and benign lesions to provide information to the physician and produce a recommendation of whether the lesion should be biopsied. It primarily serves general dermatologists, plastic surgeons, and primary care physicians. The company was founded in 1989 and is based in Irvington, New York.
Market Cap: $140M
Sector: Healthcare
Website: www.eosciences.com


Trading Idea:

Technical Analysis:

Technically the chart looks beautifully primed for continuation. A series of volume backed breakouts followed by lower volume consolidation have been a feature of this stock since back end of March. The most recent breakout pierced all time highs on biggest volume yet and has consolidated by time not price just above that all time high breakout level. You can‘t ask for much more than that from a technical layout. Notice also that volume whilst growing and OK from a liquidity perspective still has not reached levels whereby a wide audience of traders have been exposed to it, meaning more exposure WILL give even greater forward momentum.

Fundamentals:

MELA has a revolutionary product which in around 6 weeks time will gain FDA approval. That product is MELAFIND, a non invasive skin cancer screening product (see the picture below, looks a bit like a hairdryer!!). Detecting skin cancer is a huge and growing area. I live in Australia and really it is a subject mentioned nearly every day. When MELAFIND gets FDA approval (and leading up to it). I fully expect it will be trading MUCH higher than the current price level and with much higher volume as the wider investment community gets involved.
A couple of small analysts are following it and I attach a research note below, basically they have no revenues to speak of as they are finalizing the development of this product, so bear that in mind when looking at the report.
Now, MELA is doing the rounds in terms of being recommended by a certain investment service that have a great long term track record of finding and profiting from many different scenario’s. That service is a subscriber based service and not a general public access one, so we are not alone in looking at this one.

Medical stocks with pending FDA approval…...hmmm indeed speculative, high volatility, news dependent, subject to pump and dumps, what if the FDA says no etc. Also the stock has doubled since end of March, no doubt fuelled by those in the know taking their speculative positions.
For 2 years prior to that it has been in decline because it was in development stage, not many people want to park their $ for 2 years whilst a product get developed. All that said, I think this set up has a hugely positive risk to reward possibility which we cannot ignore.

We want to participate in this type of speculative play, but at the same time limit downside risk. So the proposal will be to enter in two positions using 50% of normal position size each. Position one; buy at or around the open today. Position 2; set a buy stop entry at $9.95 (just shy of the $9.99 high) to get us in if and when this does start to run again. Thus we will have a full position once breakout occurs.
No stop or target will be set just yet, that would be counter productive to trying to gain access to the full outcomes of this position. We will update that as the trade starts to devlelop.

Trading Plan:

Position 1; half position at or around market open
Position 2; half position using a buy stop order $9.95
If the market gaps open above $9.95 today take a full position

4
Fórum de Bolsa / Lista da JPMorgan com Targets de 20%
« em: Março 12, 2008, 07:55 »
The Global Equity Analysts' Focus List is a selection of stocks, chosen by individual analysts, that they believe will provide an annualized total return in excess of +/-20%. The Focus List can include Overweight and Underweight rated stocks, provided they meet the return criteria (a positive return for Overweights and a negative return for Underweights). A stock will be removed from the Focus List if its absolute return underperforms the local benchmark index by 20% and the stock falls (rises for Underweight selections) by more than 15%. If a stock is removed, it cannot be reinstated to the Focus List for at least 30 days following the removal date. The "Date Target Price Set" may differ from
the "Focus list add date" because of changes to the target price made while the stock was on the Focus List. Please refer to specific company research for the investment thesis for each stock included on the Focus List as well as a
discussion of valuation and risks. If you have questions regarding stocks on the Focus List, please contact your salesperson or the covering analyst.

Lista:



5
Fórum de Bolsa / Carta de Warren Buffet aos accionistas !
« em: Março 01, 2008, 01:17 »
Acabou de sair a "mítica" carta do Warren Buffett aos accionistas da sua Berkshire Hathaway refente ao ano de 2007:



Para quem não sabe ou acompanha, esta carta anual é já uma lenda, desta vez tem apenas 21 páginas.

6
Fórum de Bolsa / Telecoms Europeias: Comparação
« em: Fevereiro 17, 2008, 00:37 »

Fonte: UBS Research


Research Completo:

7

Uma nota de research interessante sobre European Utilities, na qual a EDP faz parte da lista de favoritas:

8
Fórum de Bolsa / UBS baixa Price Targets de 6 empresas do PSI 20
« em: Fevereiro 08, 2008, 12:59 »
Ultimo Research da UBS para Portugal e Espanha:

(Documento Completo)

Impresa (Neutral), Novabase (Buy), Semapa (Buy), Teixeira Duarte (Buy), Mota e Engil (Buy), Soares da Costa (Neutral), Sonae Capital (Buy), Portucel (Buy), Altri (Neutral)



Em anexo o Documento completo com 120 páginas:

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